Thursday, October 22, 2009
Evento nesse fds aqui no espaço que tô coordenando, estamos linkados com a Chave Mestra nesse, é um evento anual bem bacana tipo portas abertas.
Arte no mato é a parada, se liga no vizu da casinha da saíra que eu e Bernardo pintamos lá em Lumiar,a gente não consegue descansar nem nas férias, mas ficou linda.
Trabalhinho a 4 mãos e regado de tinta plástica até a alma, bem bonito, quem quiser ir lá ver é o seguinte http://www.villasaoromao.com.br/ dentro da pousada, pô muito astral esse lugar, inté !!
Trabalhinho a 4 mãos e regado de tinta plástica até a alma, bem bonito, quem quiser ir lá ver é o seguinte http://www.villasaoromao.com.br/ dentro da pousada, pô muito astral esse lugar, inté !!
Monday, October 05, 2009
Thursday, October 01, 2009
Expo que acontece neste sábado dia 3 no espaço que ajudo a coordenar, apareçam !!
C.A.V.E
Integrado ao Coletivo Apis, C.A.V.E funciona como uma espécie de híbrido entre Galeria, Atelier e Escritório de Arte, mantido pelos seus participantes.
Conta em seu acervo com trabalhos de Antonio Bokel, Alê Souto , Leonardo Etero, Joanna Barros, Maria Helena Bastos, Peu Mello e Patrícia Bowles, artistas das mais variadas linguagens e técnicas, juntos neste projeto de pesquisa e divulgação de seus trabalhos neste novo espaço da arte contemporânea carioca.
Para a abertura no dia 03 de outubro, foram convidados o coletivo Filé de Peixe, que fará projeções de videos selecionados de seu mais recente projeto “Piratão”, que já teve ações realizadas em Porto Alegre e Recife. Bernardo Ramalho traz seus brinquedos interativos, parte do projeto Lagoinha, que serão instalados na praça Frei Orlando, em frente ao local do evento.
O Espaço Apis fica localizado em um sobrado do início do século passado no final da Rua do Senado, esquina com a Rua Riachuelo.
Atendimento com agendamento prévio pelos telefones:
91658545 – Manoela Bowles (atendimento)
22522686 - Coletivo Apis
71245767 – Alê Souto
Serviço
C.A.V.E - Coletivo Apis de Visualidade Experimental
Rua do Senado 338 / Riachuelo 404
CEP 20231006
www.espacoapis.blogspot.com

C.A.V.E
Integrado ao Coletivo Apis, C.A.V.E funciona como uma espécie de híbrido entre Galeria, Atelier e Escritório de Arte, mantido pelos seus participantes.
Conta em seu acervo com trabalhos de Antonio Bokel, Alê Souto , Leonardo Etero, Joanna Barros, Maria Helena Bastos, Peu Mello e Patrícia Bowles, artistas das mais variadas linguagens e técnicas, juntos neste projeto de pesquisa e divulgação de seus trabalhos neste novo espaço da arte contemporânea carioca.
Para a abertura no dia 03 de outubro, foram convidados o coletivo Filé de Peixe, que fará projeções de videos selecionados de seu mais recente projeto “Piratão”, que já teve ações realizadas em Porto Alegre e Recife. Bernardo Ramalho traz seus brinquedos interativos, parte do projeto Lagoinha, que serão instalados na praça Frei Orlando, em frente ao local do evento.
O Espaço Apis fica localizado em um sobrado do início do século passado no final da Rua do Senado, esquina com a Rua Riachuelo.
Atendimento com agendamento prévio pelos telefones:
91658545 – Manoela Bowles (atendimento)
22522686 - Coletivo Apis
71245767 – Alê Souto
Serviço
C.A.V.E - Coletivo Apis de Visualidade Experimental
Rua do Senado 338 / Riachuelo 404
CEP 20231006
www.espacoapis.blogspot.com
Monday, September 28, 2009
Fui convidado pelo meu irmão Bernardo a fazer um trabalho na pracinha Cosme e Damião, um projeto lindo que levou nossa cor e expressão a um povo tão sem contato com arte e acesso a qualquer tipo de coisa parecida.
Recebi de presente uma casinha e parti pra cima deixando ela com a minha cara, o resto foi só emoção, ver as crianças e toda a comunidade perplexos com o que se construía diante dos seus olhos, sem politicagem, interesse ou qualquer coisa desse tipo ela está lá pra quem quiser conferir, só tenho a agradecer por ter tido essa experiência incrível de vida.
Eeeee Caboclo bomm !!
Vale a viagem ela tá muito linda !!
Recebi de presente uma casinha e parti pra cima deixando ela com a minha cara, o resto foi só emoção, ver as crianças e toda a comunidade perplexos com o que se construía diante dos seus olhos, sem politicagem, interesse ou qualquer coisa desse tipo ela está lá pra quem quiser conferir, só tenho a agradecer por ter tido essa experiência incrível de vida.
Eeeee Caboclo bomm !!
Vale a viagem ela tá muito linda !!
Sunday, September 13, 2009
5 desenhos da minha recente produção de 30 intitulados SUBURBIXBIC, onde apresento elementos muito particulares observados por diferentes lugares,diversos papéis são utilizados também entra acrílica e gouache, porém a esferográfica é que manda por aqui.

Alê Souto - Ventilador e cortina estampada da casa da Jo 25x20 esferográfica sobre papel cartão 2009

Alê Souto - Ventilador e cortina estampada da casa da Jo 25x20 esferográfica sobre papel cartão 2009
Saturday, September 05, 2009
Tuesday, August 18, 2009
Sunday, August 16, 2009
Thursday, July 16, 2009
Aqui embaixo uma prévia do que vai estar acontecendo a partir de Agosto no Museu da Maré, a expo coletiva Parágrafo 0: Habitação, aí nas fotos a quebradeira para resolver todas as questões que a mostra apresenta, e algumas outras da galera que está na mostra que são: Além de mim claro kkkk Guga Ferraz, Daniel Murgel, Alex Topini,Leo Videla e Martha Niklaus, a mostra tem curadoria da Isabel Portela, e na foto estão presentes também os diretores do Museu da Maré, abertura dia 15, posto por aqui em breve o convite !!
Apresentaremos vários pontos de vista sobre o tema Habitação, e suas consequências, partindo da falta de assunto na constituição sobre este tema, construiremos de maneira bem particular nossa constituição imagética e discursiva, até lá !!
Apresentaremos vários pontos de vista sobre o tema Habitação, e suas consequências, partindo da falta de assunto na constituição sobre este tema, construiremos de maneira bem particular nossa constituição imagética e discursiva, até lá !!
Sunday, July 12, 2009
Thursday, July 02, 2009
Wednesday, July 01, 2009
Friday, June 26, 2009
Salve Alê!!!!
Descupa a demora no retorno, muita correria e computador me deixando na mão.
Lembro de vc na SP Arte, aliás na terça encontrei com o Sergio e a Vivi.
Cara muito bom sue trabalho, desenha muito, essa idéia do varal carrega um póetica linda, pena que em cidades grandes estão desaparecendo, lembro quando era moleque ficar brincando no quintal entre os lençóis estendidos
e minha mãe puta da vida comigo, e claro de vez em quando acontecia um acidente, hehehe...
O varal de fato é uma linha e linha da vida, ali expões sua intimidade é possivel fazer várias leituras de como são
os donos dessas intimidades expostas.
Parabéns, linda produção!!!!
Sucesso e paz!!!
Abçs
Ozi
Descupa a demora no retorno, muita correria e computador me deixando na mão.
Lembro de vc na SP Arte, aliás na terça encontrei com o Sergio e a Vivi.
Cara muito bom sue trabalho, desenha muito, essa idéia do varal carrega um póetica linda, pena que em cidades grandes estão desaparecendo, lembro quando era moleque ficar brincando no quintal entre os lençóis estendidos
e minha mãe puta da vida comigo, e claro de vez em quando acontecia um acidente, hehehe...
O varal de fato é uma linha e linha da vida, ali expões sua intimidade é possivel fazer várias leituras de como são
os donos dessas intimidades expostas.
Parabéns, linda produção!!!!
Sucesso e paz!!!
Abçs
Ozi
Monday, June 08, 2009
Na linha de minhas pesquisas relativas a comportamento retradatas em forma de pintura, estes trabalhos retratam minha busca por uma linguagem que mescla o lúdico ao conceitual.
Minhas peculiares caixas/mapa no fundo e as gradações de tons quentes criando uma atmosfera de calor ao quadro.Clima que retrata o cenário carioca e as constantes variações de tensão na cidade que vivo.
Nestes trabalhos inseri um varal contínuo composto de vários elementos que baseiam uma idéia de personagens a partir de suas roupas, faixas etárias e estilos.
A roupa "coarando" ao sol é cena muito comum no subúrbio carioca, esse tema sempre me inspirou, somado a isso cito um trabalho do Arthur Bispo do Rosário onde o artista retrata um fragmento de muro e cacos de vidro em um pedaço de madeira, como fragmento poético de um elemento do cotidiano.
Para mim interessa falar sobre o espaço da cidade e seus direitos . Ter um varal significa ter uma linha onde suas roupas estão expostas, protegidas e seguras, logo depois de secas você pode vestí-las e seguir sua rotina.Mas o menos como se dependurar e deixar o sol secar tudo bem devagar. Nossas roupas carregam muito de nós mesmos.
As telas podem ser lidas agrupadas horizontalmente (foto) ou lidas separadamente, já que fiz questão de heterogeinizar as imagens usando roupas coletadas por fotografia em vários varais de amigos e vizinhos.
Cenogafia da Peça Mundo Grampeado em cartaz até o final de julho, todas as sextas ás 7 da noite no Teatro Gláucio Gil, praça Cardeal Arcoverde em Copa.
Saturday, May 30, 2009
Thursday, May 21, 2009
Tuesday, May 19, 2009
SP ARTE 2009 Galeria que sou vinculado aqui no Rio de Janeiro e o Stand no Pavilhão da Bienal, aqui embaixo o link da matéria da TV CULTURA para o programa METRÓPOLIS.
">
">
Saturday, May 16, 2009
Intervenção na Expo do ACIDUM coletivo de Fortaleza, aqui na foto com os caras mais os amigos que me hospedaram em Sampa Vivi e Sérgio do 9 Polar, a mostra fica em cartaz na FUNARTE na Alameda Nothmann próximo ao Terminal Princesa Isabel !!
Friday, May 01, 2009
Saturday, April 25, 2009

Expo Coletiva Jorge 23, produzida e organizada pelo Raimundo Rodriguez no novo espaço que se chama Espaço Imaginário ali na Gomes Freire, em frente a TVE, montei a Maloca Telúrica do Pai Jorjin !! uma estrutura bem simples, misto de ritual de sacrifício,pirâmide,penetrável e o escambau, usei espelhos , um lance novo que curti deu ao trabalho um clima esotérico, mas bacana cheio de simbologias, o endereço é Rua Gomes Freire 453, no andar de baixo tem um painel meu (no café) e o café é ótimo apareçam !!
Wednesday, April 08, 2009
Tuesday, April 07, 2009

Este foi feito a pedido do Raimundo Rodriguez para participar de um evento em homenagem ao santo, há um tempo vinha querendo trabalhar com a figura iconográfica do Jorge, e quando rolou o convite não pensei duas vezes. A pintura funcionou melhor do que minha idéia inicial, que era de cobri-lo com papelão, depois levei o santinho pra uma loja de artigos religiosos e fiz essas fotos, acredito que o trabalho funciona no deslocamento e retorno da imagem para um lugar comum a ela. Porém como a imagem recebe novo significado (pintura),uma série de idéias ligadas ao símbolo e o que ele significa colam nela imediatamente.
A idéia do sagrado me agrada.Ver a possibilidade do meu traço ser incorporado ao mito é algo que me deixou motivado a fazer o trabalho. Jorge carrega essa energia poética do guerreiro e a vitória nas batalhas, me identifico bastante com ele.As batalhas que precisam ser vencidas diariamente,enfim, queria juntar minha poesia a dele e ver no que dava.O resultado deixo aqui pra todos vcs. SALVE JORGE !!!!
Saturday, April 04, 2009

babilônestétibridiginária (colagens) e O quê você tem a dizer !! (vídeo) trabalhos que apresentei na mostra Iluminando o Novo no Largo das Artes, resultado do processo da Incubadora Furnas Cultural, bolsa que ganhei em 2007, chega ao fim com a apresentação dos trabalhos. As colagens conversam diretamente com o vídeo,a edição foi pensada para dar ao espectador esta sensação, acho que são trabalhos que abrem minhas pesquisas para outras direções além do Desmanche e as habituais caixas, eles tem o comum o pensamento híbrido e justaposto, todos dialogam neste universo !!
Esta exposição migra para o espaço Furnas Cultural e abre no dia 14 de abril .
Monday, March 30, 2009
MALOCA na Bienal Anual em Búzios na foto: Eu, Felipe Barbosa, Armando Mattos (curador) e Hugo Houyaek, a mostra ainda teve a presença de Rosana Ricalde, Bernardo Ramalho e Opavivará.
Minha proposta inicial da conversa com o curador Armando Mattos era a de usar o balcão de entrada que já tinha anteriormente uma intervenção do Fernando De la roque, levei então uma média de 40 caixas e me lancei na proposta, porém cobrir o balcão e manter sua estrutura de caixa rígida não me agradou, comecei a cobri-lo quando surgiu a idéia de criar uma espécie de língua/tapete que se estende até a porta de entrada do espaço, recebendo os que chegam neste lugar tão afetuoso e aberto ao novo. Como o balcão apresenta uma área de circulação, abri uma lateral e chamei de MALOCA esta experiência. Um lugar onde tudo pode ser feito, barraco conceitual onde,amor, trocas e segredos podem ser trocados e ditos. Está aberto ao uso.Ao término a experiência mostrou-se um elemento forte dentro da mostra, dialogando com os trabalhos dos amigos que passaram por lá.

Grande Tótem Torre Temporário Branco é o objeto que selecionei para falar desta série de objetos que chamo de Totens Temporários,híbridos de referências e que são uma importante pesquisa no campo tridimensional, que dialogam com a lógica da sobreposição das minhas pinturas e colagens, vídeo, enfim .... eles estão impregnados de desequilíbrio e assuntos presentes em outros trabalhos.
O uso de uma única cor e elementos gráficos compondo o objeto é aqui uma proposta de deixar a estrutura "falar" por si só, a ausência da cor evidencia as características deste objeto. O tótem lida com questões dos campos da: Forma, comunicação de massa e volume dentro de experimentações políticas porém bem humoradas.
Eles crescem desordenadamente, seus pontos de apoio surgem ao acaso, não existe desenho prévio ou algo parecido, tampouco um Tótem Temporário é uma maquete ou múltiplo, eles tem sua autonomia definida como tal.
Friday, March 13, 2009
TUMULTO
é a cara de um cara sujo
é o coro de um quero e digo
exportaremos chorume
os cheiros ardem os fatos
é um gás carbônico movie
dias densos de teste do sensato
sentidos do urbano mítico
são velhas caras e novos símbolos
no exagero do fascínio da buzina
correm saltos a gritos ritmados
que entortam e emparelham filas
nos ecatombes de encontros marcados
marmita alumínio e plástico
ou flácido dia de domingo
há calos de certezas calcadas em tamancos
na multidão com código de barras
se abrem espaços claros de medos brancos
e os dias entortam quinas em meio às brasas
comboio de tradição barraca
manada imensidão de estouro
tumulto
é a cara de um cara sujo
é o coro de um quero e digo
Heyk Pimenta
é a cara de um cara sujo
é o coro de um quero e digo
exportaremos chorume
os cheiros ardem os fatos
é um gás carbônico movie
dias densos de teste do sensato
sentidos do urbano mítico
são velhas caras e novos símbolos
no exagero do fascínio da buzina
correm saltos a gritos ritmados
que entortam e emparelham filas
nos ecatombes de encontros marcados
marmita alumínio e plástico
ou flácido dia de domingo
há calos de certezas calcadas em tamancos
na multidão com código de barras
se abrem espaços claros de medos brancos
e os dias entortam quinas em meio às brasas
comboio de tradição barraca
manada imensidão de estouro
tumulto
é a cara de um cara sujo
é o coro de um quero e digo
Heyk Pimenta
Friday, February 27, 2009
Na amarelonegro, individual de Alê Souto, intitulada Tumulto. O artista trabalha com uma temática bem urbana, daí o título. Em texto que acompanha a exposição Alê diz sobre o tumulto urbano e podemos ver como este tumulto invade suas telas, construções e desenhos; mas que apesar do "tumulto" visual, tem bom acabamento, são "cheias" visualmente (em especial as telas) mas a paleta reduzida (vermelhos, amarelos) e o rigor formal dos trabalhos mostram uma visão prazerosa deste tumulto urbano, não uma visão desagradável ou negativa; é interessante comparar com os quadros da Lucia Laguna, em sua temática urbana (mesmo, como apontei, nos interiories do atelier): enquanto que o urbano da Lucia pulsa em vida, em caos, em um nexo que é atingido com partes desconexas, a pulsação do urbano do Alê vibra como que obedecendo a um ordenamento desconhecido, como se as estruturas cúbicas vazadas fossem uma trama regular onde se desenvolve um urbano. Um pouco como no texto, onde o artista contrapõe o tumulto urbano a uma ilha imaginária, para concluir "(...) bom por que? Imagina uma semana só respirando ar puro, peixe frto, água de coco, mas... sem leds piscando, promoções relâmpago, descontos e tarifas promocionais???" A imagem que me vem à cabeça (tudo a ver)é o Broadway Boogie-Woogie, do Mondrian, onde a placidez e a transcendência dá lugar ao cinético e urbano, porem com um sentido de celebração do urbano... O artista tem um blog, bem interessante.
Jozias Benedito
Artista e pequisador
Brasília
Jozias Benedito
Artista e pequisador
Brasília
Saturday, February 21, 2009
Sunday, February 08, 2009
Saturday, January 31, 2009
Wednesday, December 17, 2008
Tuesday, December 02, 2008
Wednesday, November 26, 2008
Friday, November 14, 2008
NÀU é o resultado de um trabalho coletivo iniciado no ano de 2008 na Escola de artes Visuais do Parque Lage durante o curso Desenvolvimento de Projetos, que conduzo ha alguns anos na Escola.
Nos encontros, tratamos das questões mais diversas relacionadas ao conceber, produzir, circular e viver arte.
Assim, discutimos as angustias, estratégias, formalizações, relações históricas e conceituais, finalização e acabamento, além do exercício de reflexão textual sobre os próprios trabalhos.
O resultado desta etapa apresentamos no galpão do IAB - Instituto dos Arquitetos do Brasil no Rio de Janeiro, numa exposição coletiva organizada de maneira cooperada por todos, com apoios importantes de empresas e pessoas interessadas na produção dos artistas.
Os trabalhos selecionados transitam por diversos campos da visualidade contemporânea. Da pesquisa formal da cor, do espaço e da colagem, a outras esferas do conhecimento como a própria arte, o real e o simulacro, a perversão, a mulher, a sexualidade, a política, o corpo, a memória, a cidade e o urbano, o desolamento, a ficção, entre outras. "
Franz Manata
Nos encontros, tratamos das questões mais diversas relacionadas ao conceber, produzir, circular e viver arte.
Assim, discutimos as angustias, estratégias, formalizações, relações históricas e conceituais, finalização e acabamento, além do exercício de reflexão textual sobre os próprios trabalhos.
O resultado desta etapa apresentamos no galpão do IAB - Instituto dos Arquitetos do Brasil no Rio de Janeiro, numa exposição coletiva organizada de maneira cooperada por todos, com apoios importantes de empresas e pessoas interessadas na produção dos artistas.
Os trabalhos selecionados transitam por diversos campos da visualidade contemporânea. Da pesquisa formal da cor, do espaço e da colagem, a outras esferas do conhecimento como a própria arte, o real e o simulacro, a perversão, a mulher, a sexualidade, a política, o corpo, a memória, a cidade e o urbano, o desolamento, a ficção, entre outras. "
Franz Manata
Monday, November 10, 2008
Wednesday, November 05, 2008
Tuesday, October 21, 2008
Friday, October 17, 2008
Monday, September 29, 2008
Interesse será um grande camarote, a sua existência,
sobrado exploração no centro do rio como uma arte espaço.
200 anos de chegada ao segmento e 50 Bossa nova,
um monte de coisas antigas caminhada instituição no material, intelectual falência ...
Reinício serão boas vindas , Artistas, sem destruir bandeiras filosóficas, tomar a iniciativa.
Ele disse Amaral: um grande camarote! Eu digo: A cidade somos!
Assim, o trabalho de prospecção espacial da direita e da sua relação com a zona
cadeia de arte e da cidade, na comemoração dos artistas e este lugar.
Bob N (In/Situ - Barracão Maravilha )
sobrado exploração no centro do rio como uma arte espaço.
200 anos de chegada ao segmento e 50 Bossa nova,
um monte de coisas antigas caminhada instituição no material, intelectual falência ...
Reinício serão boas vindas , Artistas, sem destruir bandeiras filosóficas, tomar a iniciativa.
Ele disse Amaral: um grande camarote! Eu digo: A cidade somos!
Assim, o trabalho de prospecção espacial da direita e da sua relação com a zona
cadeia de arte e da cidade, na comemoração dos artistas e este lugar.
Bob N (In/Situ - Barracão Maravilha )
Tuesday, September 23, 2008
Wednesday, September 17, 2008
Leilão dos piores trabalhos de artistas contemporãneos em plena VERBO na Galeria Vermelho, esse é o exato momento em que Daniel Murgel (encima do praticável) leiloa meu trabalho o díptico " Ascencion " feito a partir de cartazes e técnicas ocultas que visam minha elevação espiritual e material além de ser muito tosco diga-se de passagem.
O assistente é o melhor a camisa do cara tem a ver !!
O assistente é o melhor a camisa do cara tem a ver !!
Monday, September 15, 2008
Input/Output é uma experiência que opera na disfunção e na aleatoriedade da informação. A nossa relação com os aparelhos nem sempre acontecem numa via de mão dupla, nos fazendo passivos de um movimento retiniano e postural padronizado. O artista propõe horizontalizar essa discussão, parafaseando Merleau Ponty e a fenomenologia, em uma experiência sensorial e divertida.
Thursday, September 04, 2008
Monday, September 01, 2008
Wednesday, August 27, 2008
Saturday, August 16, 2008
Thursday, August 14, 2008
Monday, August 11, 2008
Saturday, August 09, 2008
Temporário na Biblioteca Digital do Colégio pedro ll em Realengo
Aqui em baixo na sequência um pouco do que está em cartaz até 10 de outubro, agradecimentos especiais pra banda Torra e Centrifuga, a equipe de produção da Biblioteca (Gladys, João, Wagner e Seu Valmir),Joanna Barros e Eduardo Affonso, aquele abraço Realengo !!
Friday, August 08, 2008
Wednesday, August 06, 2008
Monday, August 04, 2008
Thursday, July 31, 2008
http://www.heloisamarra.com/index.php?option=com_content&task=view&id=114&Itemid=98
Alê Souto, em “Input/Output”, falou da nossa relação com os objetos eletrônicos e do bombardeio de informações inacabadas que recebemos diariamente. “Distorci e inverti uma série de imagens, para passar uma idéia de fragmentação da informação”, contou Alê.
Alê Souto, em “Input/Output”, falou da nossa relação com os objetos eletrônicos e do bombardeio de informações inacabadas que recebemos diariamente. “Distorci e inverti uma série de imagens, para passar uma idéia de fragmentação da informação”, contou Alê.
Friday, July 25, 2008
Acho que quando vc faz outras coisas deve ser tipo um descanso, uma viagem variante pra desopilar um pouco as linhas, mas o caos é bom demais, depois do caos não consigo gostar dos outros, entretanto sou vidrada nas possibilidades dos cubos caos
é como um vírus de computador se apossando do sistema.
ahhh tem uma coisa que eu gostei e não é nem uma coisa nem outra que é aqueles trilhos amarelos que você fez que parecem caminhos ou costuras.Aliás a série fotográfica com a pintura crescendo mas você no mesmo lugar também é muito tri.
Nota dez pra imput/output...faria um intercâmbio com ele.
Gaby Benedyct da Azul Micro galeria
Porto Alegre
http://www.azulgaleria.blogspot.com/
é como um vírus de computador se apossando do sistema.
ahhh tem uma coisa que eu gostei e não é nem uma coisa nem outra que é aqueles trilhos amarelos que você fez que parecem caminhos ou costuras.Aliás a série fotográfica com a pintura crescendo mas você no mesmo lugar também é muito tri.
Nota dez pra imput/output...faria um intercâmbio com ele.
Gaby Benedyct da Azul Micro galeria
Porto Alegre
http://www.azulgaleria.blogspot.com/
Sunday, July 20, 2008
Friday, July 18, 2008
A arte de nenhum lugar
Alguns artistas plásticos produzem hoje a arte que não quer dizer. Já o alfabeto visual disponível encontra inumeráveis discursos justapostos, explicando quase tudo sobre o que a arte quer dizer. Para Roger L. Taylor, autor do livro Arte, Inimiga do Povo, da Conrad : "(...)a arte não passa de uma grande farsa, um jogo de cena das classes dominantes para vender seu estilo de vida como algo superior e elevado". Para apimentar mais ainda o cenário, alguns medalhões da crítica de arte chegam a rufar os tambores vaticinando o que não pode ser arte. Podemos, então, num exercício partilhado realizar uma idéia, que faz parte de um processo de classificação. Uma idéia de que o Alê Souto, nesse exato segundo, está produzindo a arte de nenhum lugar.
Essa ARTE é a expressão de um tempo, que é consideravelmente longo. O tempo dessa ARTE gerou artistas revolucionários(salve Basquiat!), inconformados e talentosos, capazes de mudar a cena dos ambientes públicos. Sem criar territorialidade, ou querendo a posse do pedaço, eles continuam conquistando o público por onde passam através das gerações. Usam a materialidade possível e a plena criatividade para, enfim, chegar as galerias e arrastar o grande público. Essa é a arte, ou a parte dela, a qual estamos inseridos à paisagem caótica, que compõe a expressão desse artista carioca, nascido em Realengo. Estivemos juntos numa ousada coletiva por essas bandas, a qual fui curador, em 2004, que recebeu um excelente público composto por estudantes. Um adendo pessoal: os riscos que corremos na ocasião valeram os muitos anos que dediquei com amor a produção cultural universitária. Não recuaria um só passo ao lado do meu camarada, meu irmão. Ele também não mudou, só de nome.
Com a série Desmanche, que continua deixando ecos por sua consistência, o artista utilizou o papelão, material que abriga o miserável das calçadas, e que pode embalar carros e computadores de última geração, que servem de base para as linhas vermelhas desdobrarem geometrias de passagem. "A minha relação com o objeto se dá através da observação"-diz. O tempo e o espaço, a precariedade e a opulência, agem numa teia de sentidos contraditórios. O artista quer levar a realidade para além do espetáculo. Acredito, seja, uma reflexão do olhar fora da hegemonia, da aceitação, do embuste, do mercadológico.
O que o faz especial, especificamente, é o fato dele não ter fechado os olhos para a poesia. A casualidade que ele captura, o efêmero em movimento, é deixado livre. Para isso, o artista cita Santo Agostinho, " a alma fabrica um outro objeto em confronto com o objeto físico". Essencialmente, ocorre um discurso que se instala, é dercartado , é substituído por outro, que toma o espaço, ou melhor se apropria dele sem querer fazê-lo privado. Vai criando um vínculo efêmero do sentido que será também desmanchado.
O que ele está produzindo agora, nos traz um outro tema: T E M P O R Á R I O. O tempo... Mas não somente, o tempo, como o elemento que muda e transforma as várias horas do dia de todos. O tempo, conforme se apresenta no instante concebido pelo artista. Esse tempo, com os elementos presentes nele observados, de percepção poética. Naquilo(objeto) que o artista concebe observando, ou melhor, percebendo e nos convidando a perceber na hora H. Via percepção, que é porta para todas as coisas. Ela está disponível, outra vez. Nós, que a perdemos diarimente através de revoluções tecnológicas concecutivas, que aceleram as nossas mentes e nos distraindo-traindo. Podemos, então, aproveitar a chance que o artista está propondo. T e m p o r a r i a m e n te, um breque. Fora da rede-reboque do capitalismo, de velocidade e cinismo de sempre, instântaneo e perfeitinho.
EDUARDO AFFONSO.
Alguns artistas plásticos produzem hoje a arte que não quer dizer. Já o alfabeto visual disponível encontra inumeráveis discursos justapostos, explicando quase tudo sobre o que a arte quer dizer. Para Roger L. Taylor, autor do livro Arte, Inimiga do Povo, da Conrad : "(...)a arte não passa de uma grande farsa, um jogo de cena das classes dominantes para vender seu estilo de vida como algo superior e elevado". Para apimentar mais ainda o cenário, alguns medalhões da crítica de arte chegam a rufar os tambores vaticinando o que não pode ser arte. Podemos, então, num exercício partilhado realizar uma idéia, que faz parte de um processo de classificação. Uma idéia de que o Alê Souto, nesse exato segundo, está produzindo a arte de nenhum lugar.
Essa ARTE é a expressão de um tempo, que é consideravelmente longo. O tempo dessa ARTE gerou artistas revolucionários(salve Basquiat!), inconformados e talentosos, capazes de mudar a cena dos ambientes públicos. Sem criar territorialidade, ou querendo a posse do pedaço, eles continuam conquistando o público por onde passam através das gerações. Usam a materialidade possível e a plena criatividade para, enfim, chegar as galerias e arrastar o grande público. Essa é a arte, ou a parte dela, a qual estamos inseridos à paisagem caótica, que compõe a expressão desse artista carioca, nascido em Realengo. Estivemos juntos numa ousada coletiva por essas bandas, a qual fui curador, em 2004, que recebeu um excelente público composto por estudantes. Um adendo pessoal: os riscos que corremos na ocasião valeram os muitos anos que dediquei com amor a produção cultural universitária. Não recuaria um só passo ao lado do meu camarada, meu irmão. Ele também não mudou, só de nome.
Com a série Desmanche, que continua deixando ecos por sua consistência, o artista utilizou o papelão, material que abriga o miserável das calçadas, e que pode embalar carros e computadores de última geração, que servem de base para as linhas vermelhas desdobrarem geometrias de passagem. "A minha relação com o objeto se dá através da observação"-diz. O tempo e o espaço, a precariedade e a opulência, agem numa teia de sentidos contraditórios. O artista quer levar a realidade para além do espetáculo. Acredito, seja, uma reflexão do olhar fora da hegemonia, da aceitação, do embuste, do mercadológico.
O que o faz especial, especificamente, é o fato dele não ter fechado os olhos para a poesia. A casualidade que ele captura, o efêmero em movimento, é deixado livre. Para isso, o artista cita Santo Agostinho, " a alma fabrica um outro objeto em confronto com o objeto físico". Essencialmente, ocorre um discurso que se instala, é dercartado , é substituído por outro, que toma o espaço, ou melhor se apropria dele sem querer fazê-lo privado. Vai criando um vínculo efêmero do sentido que será também desmanchado.
O que ele está produzindo agora, nos traz um outro tema: T E M P O R Á R I O. O tempo... Mas não somente, o tempo, como o elemento que muda e transforma as várias horas do dia de todos. O tempo, conforme se apresenta no instante concebido pelo artista. Esse tempo, com os elementos presentes nele observados, de percepção poética. Naquilo(objeto) que o artista concebe observando, ou melhor, percebendo e nos convidando a perceber na hora H. Via percepção, que é porta para todas as coisas. Ela está disponível, outra vez. Nós, que a perdemos diarimente através de revoluções tecnológicas concecutivas, que aceleram as nossas mentes e nos distraindo-traindo. Podemos, então, aproveitar a chance que o artista está propondo. T e m p o r a r i a m e n te, um breque. Fora da rede-reboque do capitalismo, de velocidade e cinismo de sempre, instântaneo e perfeitinho.
EDUARDO AFFONSO.
Thursday, July 17, 2008
Essas daí, são de Extremidades de 2005, que mostrei no Museu Bispo do Rosário na expo do Imaginário Periférico, essas vias de ultrapassagem, indicavam a linha fina entre a razão e a loucura, e jogavam (sinalizavam) para a porta de entrada do prédio do Instituto Manicomial Juliano Moreira.
A linguagem gráfica já tava presente nesse site-specific !!
A linguagem gráfica já tava presente nesse site-specific !!
Monday, July 14, 2008
Input/output no circo voador, a informação tratada aleatoriamente e horizontalmente, quero jogar ela de encontro ao observador e fruidor, meu instrumento de sensação é a imagem em trânsito e seu movimento frequência impossível de escapar.
profusão de informações em choque, camadas sobreposições e narrativas que se cruzam o tempo todo, a biblioteca de borges. A troca de plantão, sistemas de câmera, monitoramento em tempo integral, satélites.
profusão de informações em choque, camadas sobreposições e narrativas que se cruzam o tempo todo, a biblioteca de borges. A troca de plantão, sistemas de câmera, monitoramento em tempo integral, satélites.
Friday, July 11, 2008
Wednesday, July 09, 2008
Monday, June 30, 2008
Tuesday, June 24, 2008
Saturday, June 21, 2008
Grande alê gosto muito das tuas intervenções desde aquela da ocupação 43 q fizestes foi o desencadeador dessa coisa q estamos construindo são questionamentos mui interessantes sobre a realidade socio-esteticas do BRASIL eo mundo de hoje.
Godot Quincas
Cineasta e Articulador Social kkkkkk !!
Godot Quincas
Cineasta e Articulador Social kkkkkk !!
Monday, June 16, 2008
Sunday, June 15, 2008
Thursday, June 05, 2008
Wednesday, June 04, 2008
Monday, June 02, 2008
Wednesday, May 28, 2008
Sunday, May 18, 2008
Wednesday, May 14, 2008
Monday, May 12, 2008
Friday, May 09, 2008
Monday, May 05, 2008
Friday, May 02, 2008
Friday, April 18, 2008
links do Centro Cultural da Justiça Federal
http://www.ccjf.trf2.gov.br/instit/releases/temporario.htm
http://www.ccjf.trf2.gov.br/default.htm
http://www.ccjf.trf2.gov.br/default.htm
Tuesday, April 08, 2008
Muito além do papelão
A arte urbana começou a ganhar força no final dos anos setenta, com a cultura do grafite em Nova Iorque. Foi por meio dessa arte, chamada na época de “neo-expressionista”, que Jean-Michel Basquiat ganhou notoriedade, assim como Keith Haring, ao desenhar a giz nas estações de metrô daquela metrópole americana. Desde então, jovens artistas da cena underground do mundo todo encontram nos muros e paredes de suas cidades o suporte viável para expressarem suas idéias, e de quebra, terem um público certo que transita diariamente entre suas obras. Muitos talentos saíram das ruas diretamente para as melhores galerias de arte e salas de exposições.
No Brasil, temos uma lista considerável de artistas transgressores que foram marginalizados e atualmente muitos deles exibem seus trabalhos em disputados espaços culturais e transitam com desenvoltura nos grandes eventos das artes visuais. O Rio de Janeiro, que acolhe com algum esforço o legado do Profeta Gentileza é cenário de uma explosão multicolorida de desenhos, formas e traços (autorizados ou não) desses artistas. O que importa neste contexto contraditório é que a cidade gerou uma atmosfera favorável para a exibição da arte de rua. A população tem aprendido a conviver com a arte nas ruas e a reverenciá-la cada vez mais.
Talvez por isso que o poder efêmero da linha pintada em tinta vermelha nas paredes cariocas pelo artista Alê Souto, faz o seu observador acompanhar com os olhos um teimoso desmanchar de cubos em formas poligonais. Esta brincadeira de se desfazer foi depois transferida para cubos de verdade e empilhados uns sobre os outros. Desses cubos (que na realidade são caixas de papelão) a matéria se torna mais vulnerável e descartável. Assim, o artista encontra mais elementos para a sua pesquisa sobre o comportamento humano: os pictogramas que conduzem as ações de quem os manipula.
A partir do sistema de códigos impressos no papelão das caixas em desmanche, o artista recria novas formas e desenhos que sugerem sarcasticamente ações dentro de uma realidade caótica e mesquinha. Suas destiladas críticas sobre o consumismo e os valores descartáveis se evidenciam na engenharia geométrica dos volumes e formas construídos em cada uma das faces de suas caixas. Se alguma linha escorrer como se fosse sangue, acredite, não é mera casualidade. É a dor do descaso que aflige a alma do artista.
Marco Antonio Teobaldo
Curador
A arte urbana começou a ganhar força no final dos anos setenta, com a cultura do grafite em Nova Iorque. Foi por meio dessa arte, chamada na época de “neo-expressionista”, que Jean-Michel Basquiat ganhou notoriedade, assim como Keith Haring, ao desenhar a giz nas estações de metrô daquela metrópole americana. Desde então, jovens artistas da cena underground do mundo todo encontram nos muros e paredes de suas cidades o suporte viável para expressarem suas idéias, e de quebra, terem um público certo que transita diariamente entre suas obras. Muitos talentos saíram das ruas diretamente para as melhores galerias de arte e salas de exposições.
No Brasil, temos uma lista considerável de artistas transgressores que foram marginalizados e atualmente muitos deles exibem seus trabalhos em disputados espaços culturais e transitam com desenvoltura nos grandes eventos das artes visuais. O Rio de Janeiro, que acolhe com algum esforço o legado do Profeta Gentileza é cenário de uma explosão multicolorida de desenhos, formas e traços (autorizados ou não) desses artistas. O que importa neste contexto contraditório é que a cidade gerou uma atmosfera favorável para a exibição da arte de rua. A população tem aprendido a conviver com a arte nas ruas e a reverenciá-la cada vez mais.
Talvez por isso que o poder efêmero da linha pintada em tinta vermelha nas paredes cariocas pelo artista Alê Souto, faz o seu observador acompanhar com os olhos um teimoso desmanchar de cubos em formas poligonais. Esta brincadeira de se desfazer foi depois transferida para cubos de verdade e empilhados uns sobre os outros. Desses cubos (que na realidade são caixas de papelão) a matéria se torna mais vulnerável e descartável. Assim, o artista encontra mais elementos para a sua pesquisa sobre o comportamento humano: os pictogramas que conduzem as ações de quem os manipula.
A partir do sistema de códigos impressos no papelão das caixas em desmanche, o artista recria novas formas e desenhos que sugerem sarcasticamente ações dentro de uma realidade caótica e mesquinha. Suas destiladas críticas sobre o consumismo e os valores descartáveis se evidenciam na engenharia geométrica dos volumes e formas construídos em cada uma das faces de suas caixas. Se alguma linha escorrer como se fosse sangue, acredite, não é mera casualidade. É a dor do descaso que aflige a alma do artista.
Marco Antonio Teobaldo
Curador
Monday, April 07, 2008
Alê,
estive na sua exposição ontem, gostei muito. Parabéns, ficou lindo e forte, naquele puta museu suntuoso seu caos de papelão e sangue. Amei o quadro do Lenin!
Abraço e parabéns!
Vitor Pordeus
Médico imunologista nas áreas de pesquisa
atua também como pesquisador nas áreas de Teatro
e Artes Plásticas
http://imanentemente.blogpot.com
estive na sua exposição ontem, gostei muito. Parabéns, ficou lindo e forte, naquele puta museu suntuoso seu caos de papelão e sangue. Amei o quadro do Lenin!
Abraço e parabéns!
Vitor Pordeus
Médico imunologista nas áreas de pesquisa
atua também como pesquisador nas áreas de Teatro
e Artes Plásticas
http://imanentemente.blogpot.com
Saturday, April 05, 2008
Friday, April 04, 2008
Saturday, March 29, 2008
Friday, March 28, 2008
Monday, March 24, 2008
Wednesday, March 19, 2008
Monday, March 17, 2008
Novo vídeo da série Desmanche editado semana passada, vários momentos da pesquisa, e várias exibições. COments ão bem vindos.
http://video.google.com/videoplay?docid=-1843048708200117074
http://video.google.com/videoplay?docid=-1843048708200117074
Friday, February 22, 2008
Thursday, February 21, 2008
EXPEDIÇÕES
Nota sobre la obra "Empilhamento" do artista Alê Souto, exibida no Museu da República no RIo de Janeiro
Nas cidades, as pessoas estão expostas contantemente à convergência de espaços. Pontos de referência são criados a partir das mudanças nos caminhos, e é desde aí de onde saem as linhas que aparecem no trabalho do artista Alê Souto, que ele percorre caminhos pelos subúrbios do Rio de Janeiro como se fossem expedições. Seus desenhos tem em comum pontos de flexíveis que marcam o ritmo da vida em uma cidade.
As linhas vermelhas sobre as caixas são como a letra de uma canção de sobrevivência. Um refúgio ocasional, um módulo funcional para o espectador que necessita encontrar um paralelo a sua inestabilidade.
Estes mapas urbanos transmitem confusão, longe de serem guias, são nexos entre a arte e este caminho que decidimos tomar.
En las ciudades las personas están expuestas constantemente a la confluencia de espacios. Generándose puntos de referencia, a partir de los cambios de recorrido, es desde allí donde salen las líneas que aparecen en el trabajo del artista Alê Souto, él realiza recorridos por los barrios de los suburbios de Río de Janeiro que acontecen como expediciones. Sus dibujos tienen como constante a puntos de inflexión que marcan el ritmo de la vida en la ciudad.
Las líneas rojas sobre las cajas son como la letra de una canción de sobrevivencia. Un refugio ocasional, un módulo funcional para aquel espectador que necesite hallar un paralelo a su inestabilidad.
Estos mapas urbanos transfieren confusión, lejos de ser guías, son nexos entre el arte y ese camino que decidimos tomar. - (fotos de Alex Topini)
Marcela Gallupo
Rosário - Argentina
Nota sobre la obra "Empilhamento" do artista Alê Souto, exibida no Museu da República no RIo de Janeiro
Nas cidades, as pessoas estão expostas contantemente à convergência de espaços. Pontos de referência são criados a partir das mudanças nos caminhos, e é desde aí de onde saem as linhas que aparecem no trabalho do artista Alê Souto, que ele percorre caminhos pelos subúrbios do Rio de Janeiro como se fossem expedições. Seus desenhos tem em comum pontos de flexíveis que marcam o ritmo da vida em uma cidade.
As linhas vermelhas sobre as caixas são como a letra de uma canção de sobrevivência. Um refúgio ocasional, um módulo funcional para o espectador que necessita encontrar um paralelo a sua inestabilidade.
Estes mapas urbanos transmitem confusão, longe de serem guias, são nexos entre a arte e este caminho que decidimos tomar.
En las ciudades las personas están expuestas constantemente a la confluencia de espacios. Generándose puntos de referencia, a partir de los cambios de recorrido, es desde allí donde salen las líneas que aparecen en el trabajo del artista Alê Souto, él realiza recorridos por los barrios de los suburbios de Río de Janeiro que acontecen como expediciones. Sus dibujos tienen como constante a puntos de inflexión que marcan el ritmo de la vida en la ciudad.
Las líneas rojas sobre las cajas son como la letra de una canción de sobrevivencia. Un refugio ocasional, un módulo funcional para aquel espectador que necesite hallar un paralelo a su inestabilidad.
Estos mapas urbanos transfieren confusión, lejos de ser guías, son nexos entre el arte y ese camino que decidimos tomar. - (fotos de Alex Topini)
Marcela Gallupo
Rosário - Argentina









.jpg)
.jpg)
.jpg)







.jpg)
.jpg)
.jpg)
.jpg)
.jpg)
.jpg)




































































.jpg)
.jpg)
.jpg)
.jpg)
.jpg)
.jpg)
.jpg)
.jpg)
.jpg)
.jpg)
.jpg)
.jpg)
.jpg)
.jpg)
.jpg)














